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Lukky Consultoria Contábil

TEDÊNCIA - Pesquisa aponta que 44% dos jovens se baseiam nas redes sociais para investir

03 de janeiro de 2022
Contábeis

Os adolescentes brasileiros estão iniciando desde cedo uma cultura financeira própria. A situação é identificada por especialistas e o fator motivador é o abastecimento diário por uma infinidade de fontes de informação que chegam por meio das redes sociais e dos influenciadores digitais.

Uma pesquisa do Datafolha encomendada pelo C6 Bank que ouviu cerca de 950 adolescentes brasileiros entre os dias 18 e 25 de outubro mostrou que cerca de 70% deles têm como hábito guardar algum dinheiro.

Há diferenças, contudo, de acordo com a faixa de renda. Nas classes A e B, o percentual dos jovens que têm por hábito fazer alguma economia é de 81%. O índice cai para 73% na classe C e para 51% nas D e E.

Ter dinheiro para o caso de algum imprevisto e investir com o objetivo de alcançar um rendimento mensal foram as principais alternativas apontadas como razão para fazer a reserva das economias.

Os dados da pesquisa revelam ainda que quase metade –cerca de 44% dos entrevistados– costuma buscar nas redes sociais informações financeiras sobre como lidar melhor com o dinheiro e investimentos.

"O jovem está nas redes sociais e tem hoje muito mais fontes de informação à disposição do que anos atrás, tanto para o lado bom como para o lado ruim", diz Liao Yu Chieh, professor do Insper e diretor de educação financeira do C6 Bank.

Ganhar muito dinheiro em pouco tempo

Segundo Chieh, uma informação considerada preocupante destacada pela pesquisa é que aproximadamente 64% dos adolescentes disseram acreditar ser possível ganhar muito dinheiro em pouco tempo, fazendo investimentos por conta própria com base apenas em dicas de internet.

Concordaram totalmente com a afirmação 27% dos participantes, e 37%, em parte. "Isso não é verdade e é um ponto de atenção com o qual os jovens precisam tomar cuidado."

Os resultados da pesquisa mostram também que os portais de notícias especializados e sites de jornais e revistas foram citados por apenas 26% do total de participantes, entre as fontes de informação que costumam acessar a respeito do tema.

Entre os influenciadores digitais que dialogam com o público jovem interessado pelo universo dos investimentos, estão os adolescentes que começaram desde cedo a dar os primeiros passos no mercado.

Os dados da pesquisa da Datafolha e do C6 Bank apontam que, de modo geral, ainda é baixo o nível de informação dos adolescentes brasileiros sobre temas financeiros —a maioria não tem nenhum conhecimento sobre como funciona a previdência privada (75%), o cheque especial (73%) e a Bolsa de Valores (68%).

De toda forma, apesar da pouca idade, Chieh, do Insper e do C6, diz que um destaque positivo que pode se depreender do estudo é o que 83% dos entrevistados responderam que se questionam se precisam, de fato, de determinado produto antes de efetuar a compra.

Entre as situações que os adolescentes disseram que valeria mais a pena fazer uma dívida para pagar no futuro, nas classes A e B, viajar para o exterior para estudar liderou, com 54% das respostas.

 

Já entre os jovens das classes C, D e E, montar ou investir no próprio negócio é a principal razão que os levaria a assumir algum tipo de endividamento.

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